A candida albicans é um fungo que vive naturalmente no intestino de todas as pessoas. Muitos deles crescem decompondo alimentos mal digeridos e alimentos com alto teor alergênico (varia de acordo com cada pessoa) para obtenção de energia. Eles necessitam de glicogênio no ambiente vaginal, hormônios femininos, crescem em pacientes imunodeprimidos e em estado de hiperglicemia.
A instalação da síndrome fúngica se dá por diversos fatores como deficiências nutricionais, alto consumo de carboidrato refinado, baixo consumo de fitoquímicos, jejum prolongado, estresse, baixa imunidade, uso de medicamentos, intervenção cirúrgica entre outros.
Os fungos produzem cerca de 80 substâncias, sendo elas classificadas como primárias; ácido cítrico, etanol, glicerol, ácido tartárico, acetaldeído e secundárias; micotoxinas e antibióticos.
Sabe-se que o ácido tartárico é tóxico para os músculos e rins, sendo produzido pelos fungos, interfere no fornecimento de energia para o corpo. Os sintomas mais frequentes decorrentes desta alteração são: visão turva, mãos e pés frios, taquicardia, suor, dor de cabeça, sonolência, falta de concentração, confusão mental, desânimo, aumento da necessidade por doces e falta de saciedade.
O acetaldeído é formado pela conversão do álcool e pela candida albicans pela fermentação de açúcares. Há diminuição na oxigenação dos tecidos, depleção de vitamina B1, B3, B6 e NAD, diminuição da energia celular e neurotransmissão, diminuição da memória e concentração. Alguns sintomas comuns como diminuição da concentração e memória, letargia, apatia, aumento da irritabilidade, decréscimo de energia mental, aumento da ansiedade, diminuição da libido e aumento dos desconfortos da TPM.
A cândida aumenta a inflamação podendo ocasionar síndrome do intestino irritável e o aparecimento de doenças auto-imunes.
Veja os principais agentes causadores do aparecimento da candidíase:
» Uso indiscriminado de antibióticos, por destruírem a flora intestinal saudável e assim os fungos crescem;
» Uso de laxantes, por ajudar na eliminação das bactérias boas, favorecendo o aparecimento de disbiose e piorando a deficiência de vitaminas e minerais;
» Uso de antiácidos para melhorar aquela “má digestão”. A desregulação do pH sanguíneo faz com que haja aumento das bactérias ruins inclusive de fungos;
» Uso prolongado de corticoesteróides que deprimem o sistema imunológico;
» Consumo de carboidratos simples, sem fibras, de refrigerantes, doces, sorvetes, leite e derivados, produtos fermentados como pães, roscas, bolos, bebidas alcoólicas como vinho e cerveja.
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